Educar
o educador
O professor já
foi símbolo de status e autoridade em nossa sociedade, mas, pouco a pouco, nas
últimas décadas, esse profissional vem perdendo o prestígio. Uma coisa, porém,
continua certa: o trabalho do professor é um dos mais vigiados por toda a
sociedade. Os olhares sobre ele são constantes, e vêm dos alunos, dos pais, de
pesquisadores, da direção da escola. Todo mundo tem sempre algo a dizer, mas
nem sempre esses pontos de vista coincidem. O professor deve ser aquele que
sabe focar seu objetivo primário, que é ensinar o conteúdo proposto, mas sem se
esquecer de que seu exemplo em sala de aula ou fora dela pode influenciar muito
seus alunos. Ele deve transmitir o conhecimento científico, mas também procurar
passar para aos estudantes uma postura moral e ética correta diante da vida.
É indispensável
também que o educador saiba cativar a atenção dos alunos e, para isso, é
imprescindível gostar daquilo que faz. Um professor que tem satisfação em estar
em sala de aula é, sem dúvidas, um profissional que conquista seus educandos e
os incentiva a apresentarem maior empenho nas atividades propostas. O professor
tem que ter compromisso com o seu trabalho. Uma postura compromissada pode
fazer toda diferença, mesmo quando o professor não adota uma metodologia muito
atualizada. Ele tem que se manter em constante formação, fazer cursos e ler
bastante, para estar sempre informado. Um professor que não se atualiza acaba
andando para trás, não consegue acompanhar os alunos. E, nos cursos de formação
continuada com outros profissionais da Educação, ele descobre como pode
solucionar um problema ou ajudar determinado aluno e aplica esse conhecimento
na prática. O professor tem que acima de tudo, gostar do que faz. Quem trata de
sua profissão com gosto deixa sua marca.
REFERÊNCIA
BIBLIOGRÁFICA
MORAN,
José Manuel. Mudar a
forma de ensinar e de aprender com tecnologias: Educar o
educador. Disponível em: <www.eca.usp.br/prof/moran/tec.htm>. Acesso em:
08 maio 2012.
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