26 de junho de 2012

Recebenbo visitas....


No dia 18/06/2012 aconteceu uma palestra ministrada por algumas pessoas da secretaria da educação de Urussanga, onde estiveram falando sobre a inclusão no ensino regular e sua funcionalidade. As três educadoras contaram relatos de suas experiências e também nos deram algumas dicas de como trabalhar com pessoas que ‘precisam’ de inclusão. Percebeu-se que a inclusão no município e algo levado muito a serio e quem dando ótimos resultados, diferente de muitos municípios na região. 
 O sucesso da inclusão de alunos com deficiência na escola regular decorre, portanto, das possibilidades de se conseguir progressos significativos desses alunos na escolaridade, por meio da adequação das práticas pedagógicas à diversidade dos aprendizes. E só se consegue atingir esse sucesso, quando a escola regular assume que as dificuldades de alguns alunos não são apenas deles, mas resultam em grande parte do modo como o ensino é ministrado, a aprendizagem é concebida e avaliada. Priorizar a qualidade do ensino regular é, pois, um desafio que precisa ser assumido por todos os educadores. É um compromisso inadiável das escolas, pois a educação básica é um dos fatores do desenvolvimento econômico e social. Trata-se de uma tarefa possível de ser realizada, mas é impossível de se efetivar por meio dos modelos tradicionais de organização do sistema escolar. E isso foi o que percebi na fala das palestrantes, onde a inclusão é tratada com prioridade, o que vem dando grandes resultados

19 de junho de 2012

5 de junho de 2012

Educação a Distância

Existem muitas semelhanças entre as faculdades que trabalham com a educação à distância e a presencial, pois em ambas os alunos têm que estudar para conseguir aprender, os conteúdos básicos são os mesmos, apenas com alterações que a faculdade pode optar por fazer, ambas foram criadas para formar bons profissionais.
A educação a distância pode formar pessoas capacitadas para uma determinada área, como a presencial, porem o aluno não vai precisar ficar em sala de aula para aprender, com isso ele terá um bom desenvolvimento critico, pois terá que avaliar o seu próprio rendimento e medir o quanto deverá estudar. É certo que não existe pressão para que ele estude, mas a vantagem é que se ele não estudar não vai conseguir terminar a faculdade. A educação a distância é a educação do futuro, com ela as pessoas não terão que abandonar o que gostam para estudar.
Uma das características da EaD é que ela enfatiza o papel do aluno que gerencia seu próprio aprendizado, desenvolvendo assim sua autonomia. A flexibilidade de horários permite que o aluno estude, trabalhe e tenha um bom relacionamento social com a família. Pode-se atender, em geral, a uma população estudantil dispersa geograficamente e, em particular, àquela que se encontra em zonas periféricas, que não dispõem das redes das instituições convencionais.
Por outro lado, ainda existem muitos desafios a serem vencidos para que esta modalidade de ensino possa definitivamente atender, de forma plena, às necessidades de educação da sociedade, principalmente em termos de capacitação de professores - agentes indispensáveis para o sucesso dessa modalidade - e adequação da metodologia de ensino. Além disso, é preciso a criação de uma "cultura" do ensino à distância e um amadurecimento por parte dos usuários, ainda não acostumados à disciplina que esse tipo de ensino exige, uma vez que, no EaD, é o aluno que organiza seu tempo.
A Educação a Distância, antes considerada com menos valia, hoje assume um papel importante na tentativa de viabilizar a democratização e a universalização do ensino.  Não que esta vá substituir o ensino presencial, mas, com certeza, é um caminho a ser considerado. Educação deve ser de qualidade, seja ela presencial ou a distância. No caso específico desta última, é preciso um cuidado especial já que possui características próprias que demandam novos conhecimentos em áreas como design instrucional, típico das novas tecnologias, a formação de especialistas em EAD e o preparo do professor/orientador para desempenhar suas novas funções na relação com o aprendiz.

8 de maio de 2012


Educar o educador
O professor já foi símbolo de status e autoridade em nossa sociedade, mas, pouco a pouco, nas últimas décadas, esse profissional vem perdendo o prestígio. Uma coisa, porém, continua certa: o trabalho do professor é um dos mais vigiados por toda a sociedade. Os olhares sobre ele são constantes, e vêm dos alunos, dos pais, de pesquisadores, da direção da escola. Todo mundo tem sempre algo a dizer, mas nem sempre esses pontos de vista coincidem. O professor deve ser aquele que sabe focar seu objetivo primário, que é ensinar o conteúdo proposto, mas sem se esquecer de que seu exemplo em sala de aula ou fora dela pode influenciar muito seus alunos. Ele deve transmitir o conhecimento científico, mas também procurar passar para aos estudantes uma postura moral e ética correta diante da vida.
É indispensável também que o educador saiba cativar a atenção dos alunos e, para isso, é imprescindível gostar daquilo que faz. Um professor que tem satisfação em estar em sala de aula é, sem dúvidas, um profissional que conquista seus educandos e os incentiva a apresentarem maior empenho nas atividades propostas. O professor tem que ter compromisso com o seu trabalho. Uma postura compromissada pode fazer toda diferença, mesmo quando o professor não adota uma metodologia muito atualizada. Ele tem que se manter em constante formação, fazer cursos e ler bastante, para estar sempre informado. Um professor que não se atualiza acaba andando para trás, não consegue acompanhar os alunos. E, nos cursos de formação continuada com outros profissionais da Educação, ele descobre como pode solucionar um problema ou ajudar determinado aluno e aplica esse conhecimento na prática. O professor tem que acima de tudo, gostar do que faz. Quem trata de sua profissão com gosto deixa sua marca.
REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA
MORAN, José Manuel. Mudar a forma de ensinar e de aprender com tecnologias: Educar o educador. Disponível em: <www.eca.usp.br/prof/moran/tec.htm>. Acesso em: 08 maio 2012.

17 de abril de 2012

Objetivos de Aprendizagem

Os Objetivos de Aprendizagem são instrumentos reutilizáveis de ensino, qualquer entidade, digital ou não, que possa ser utilizada, reutilizada ou referenciada durante o aprendizado suportado por tecnologias.  São recursos digitais utilizados na prática pedagógica que vai de textos completos, imagens em movimento, som, até simulações que podem ser utilizados por diferentes professores e alunos. Um objeto de aprendizagem pode ser usado em diferentes contextos e em diferentes ambientes virtuais de aprendizagem. A principal característica dos objetos de aprendizagem é sua reusabilidade, que é posta em prática através de repositórios, que armazenam os objetos logicamente, permitindo serem localizados a partir da busca por temas, por nível de dificuldade, por autor ou por relação com outros objetos. Considero importante o uso dos AO, pois podem possibilitar repensar o processo educativo considerando o espaço da virtualidade e suas possibilidades. Indico o pagina Portal do Professor na pasta links/brincadeiras de criança, onde pode-se encontrar diversas brincadeiras pedagógicas para se trabalhar com os alunos para que as aulas não se tornem repetitivas e cansativas. Creio que quanto mais atrativa for a aula mais gosto pelo aprendizado o aluno terá e sua aprendizagem será prazerosa.  

2 de abril de 2012

Páscoa hoje....

Situar a Páscoa como um momento de reflexão... sobre quem somos, o que fazemos de bom para que o mundo seja melhor... "Como você trata seu colega? Você o trata como gostaria de ser tratado?"... A Páscoa significa tempo de renovação, de renascimento... Faze-los refletir como podem ser crianças melhores a partir de então... O que eles podem fazer de diferente a partir de agora para que sejam melhores...Este sim é o verdadeiro sentido da Páscoa e posso dizer com orgulho que estou vendo tudo isso ser trabalhado na sala de aula em que estou trablhando!!!!!

Fica a dica....A contação de histórias!!!!

Escolhidas dentro de um tema, de acordo com a faixa etária e o interesse do grupo, as histórias se destacam pelo seu aspecto lúdico – a essência do trabalho. A diversão é uma característica forte, permeia todas as ações. Divertindo, a contação de histórias desperta o interesse pela leitura e estimula a imaginação através da construção de imagens interiores. A contação de histórias é uma excelente estratégia para o professor colocar as crianças em contato com boas histórias. Histórias que, além de proporcionar o primeiro contato com os livros de forma agradável, irão distraí-las, levá-las a lugares distantes, onde, através do imaginário e da fantasia, viverão situações, experiências e aventuras das mais variadas possíveis. A comunicação por meio da narração de histórias fala as crianças mais profundamente do que a linguagem literal, a linguagem do pensamento; dramatizar com bonecos ou fantoches, representando aquilo que se quer dizer através do desenho ou pintura é fazer uso da linguagem imaginativa, essa é naturalmente a linguagem infantil. As narrativas em sala de aula são ótimas ferramentas para o desenvolvimento da subjetividade das crianças, o conto permite que esta experimente emoções, vivencie-as em sua fantasia, sem que precise passar pelas mesmas situações na realidade, além disso, a história oferece a criança uma nova forma de pensar sobre os seus sentimentos difíceis, sentimentos dolorosos ou intensos demais (como um luto, o nascimento de um irmão, a adaptação escolar, etc.). Fica a dica professoras para não cometerem os mesmo erro de muitas em sala de aula, que acham que ler um livro e depois não deixar as crianças tocarem-no porque podem sujar é contar história de forma lúdica!!!! Fica a dica...... (publicação da aula 27/03/2012)

20 de março de 2012

Como assim???

Semana que passou foi digamos, tensa. Escola totalmente despreparada para receber o aluno com necessidades especiais, sem nenhum material pedagógico adequado e nenhuma orientação minima necessária a estagiária e a professora. Simplismente " vá para sala e não deixe ela sair, ela tem que ficar dentro da sala o tempo todo", foram estas as ordens. É facil assim fazer a chamada "inclusão", mandar o aluno especial para sala sob o auxilio de uma estagiaria, sem nehum recurso e orientação pedagógica, mesmo todos sabendo que o aluno em questão nao tem as míninas condições de frequentar um ensino regular, e até passando por ato vexatório pelos demais alunos. A semana inteira se resumiu a andar a manha inteira atras do aluno pelo pátio da escola pois o mesmo não consegue permanecer por muito tempo dentro da sala de aula, onde a mesma não possui nenhum material adquado as necessiadades do aluno. Aí a culpa é de quem??? estagiária que não da conta do aluno, professora que não adequa suas aulas, escola que não adequa e orienta seus funcionários ou governo que não da toda a assintência e suporte necessário????

13 de março de 2012

Ola colegas!!!

Olá colegas....meu blog visa a troca de informações entre estagiárias sobre a suas práticas em sala de aula. Dificuldades, pensamentos, ideias, dúvidas.....Vamos compartilhar!!!!